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28 junho, 2011

Eu pesquei um tubarão!



Numa ocasião, e isso é a mais pura verdade... um amigo do professor de geografia que dava aula numa escola de Boston, ou Chicago... sei lá... contou que a irmã da cunhada tinha um parente chamado Manuel Correia (ai, caramba... será que é parente?). 
Ele estava na beira do Tejo, bem perto desse da foto acima, quando percebeu uma ondulação diferente na água... era um peixe, e até que grandinho. Tá certo que ele nadava meio estranho, mas peixe é peixe. Seu filho lhe trouxe uma vara de bambu (onde ele arrumou?), Manuel começou a acertar o peixe a varadas... ficou toda tarde lutando com o bichão.

[Se terminasse aqui, já renderia uma boa história de pescador, né? Pois é... mas ainda tem mais]

Manuel, o Destemido, levou o peixão pra casa e, cansado, deixou para prepará-lo no dia seguinte.
Como esperado, quando acordou foi lá pegar o danado; e qual não foi sua surpresa ao perceber que algo brilhava na boca dele: era um RELÓGIO DE OURO... e não somente um RELÓGIO DE OURO, mas um RELÓGIO DE OURO que funcionava e marcava a hora com precisão suíça. Olhe só a cara de um autêntico Manuel, o Feliz:

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[Se terminasse aqui de novo, já teria um final estonteante, né? Pois é... mas ainda tem a conclusão do Manuel Correia]

Manuel, o Esperto, conluiu que o peixe fora atraído pelo brilho da peça, e tentou comer... embora fosse um RELÓGIO DE OURO, ainda assim era grande demais para suas guelrinhas, e ele ficou entalado. No desespero, foi até a margem... foi quando encontrou Manuel, o Cruel, e morreu de morte matada.

Pode-se dizer que Manuel Correia, o Sortudo, é um homem de muita sorte... diferentemente do peixe do RELÓGIO DE OURO e do português do Tejo, que só pescou esse aí embaixo (ele nem se mexeu quando tiramos a foto... ai, caramba... será que ele até já morreu de vergonha?)



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