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25 dezembro, 2010

Esse cara é uma piada!

FELIZ ANIVERSÁRIO, TIQUINHO !!!

Ai, meu Deus do Céu!!! O dia que esse molequinho nasceu eu não sabia se ria ou chorava. Era o terceiro da tropa e, embora eu diga até hoje que eu queria ter 8 filhos, deu um medão!!! Medo de não conseguir dar conta (coisa que eu já senti quando o Bibi nasceu... imagina, então, com o Número 3), medo de não ter dinheiro suficiente pra dar tudo que eu achasse que eles merecessem, medo de não conseguir dar atenção a todos... pela quantidade... e ainda faltavam mais CINCO!  Ah, sei lá... mãe é um ser estranho mesmo.
Mas eis que veio essa pessoinha que é um verdadeiro pepininho... como eu sempre digo: é de pequeno que se desentorta o pepino... e lá vou eu, de vez em quando, dando uns tapinhas de baixo pra cima, que ajuda a crescer... e isso com todos que eu não sou mãe de fazer diferença. Uma diretora da escola das crianças até me disse que ela fazia tudo em bloco também (ela tinha 3 filhos como eu) e que não foi bom (?!!!). Aiaiai... essas coisas que parecem que eu estou fazendo errado quando eu sei que estou fazendo certo dá um nó na minha cabeça... vou pensar nisso depois.
Mas esse meu Tiquinho recebeu esse apelido por causa do Tico dele (aquela motoquinha vermelha de guidão amarelo que ele tem até hoje... o bumbunzinho dele mal cabe, mas ele continua firme com ela) e também porque, embora os outros filhos fossem pequenos, ele era ainda menor (caláro, né?) então era um tiquinho de gente. O sonho da vida dele, por muito tempo (:P) era ser só 1 ano mais novo que o irmão; tipo, se a Cacá tinha 10, o Bi tinha 9, então bem que ele podia ter 8. Sim, porque o negócio dele não era passar a perna nos irmãos, ele respeitava a hierarquia, mas ele só queria chegar mais pertinho. hihihi Oh, dó... como se explica isso pra um ser daquele tamanho, mama-mia? Já faz um tempo que ele não fala disso... deve ter se conformado.
Outro dia, eu o levei ao dentista. Ela (a dentista) até que tem bastante jeito com criança mas como ele não estava acostumado com aquele monstro branco (tadinha) percebi que ele estava meio amargurado (porque o pior de tudo tinha acontecido: apesar de ser eu mesma que escovo os dentes do bichinho, ele tinha uma pontinha de cárie... meu mundo caiu) e eu, me sentindo completamente culpada, fazia de tudo pra tranquilizá-lo e foi aí que eu tive uma idéia: ele ganhou (eu comprei) um livro chamado: "Como falar a Língua Zumbi" e é bem didático... vem com frases, pronúncias e traduções... um verdadeiro guia para se sobreviver no mundo deles, caso seja necessário, e o mais legal é que tem uns botões que, quando apertados, ele simplesmente EXPLODE uma daquelas frases agorentas dos mortos-vivos; então, toda a vez que ele sentia dor, ele apertava o botão 6 que saia um grunhido tipo assim "GGggrrUUunnnnnooosnnmm"... nem precisa perguntar se ela parava o que estava fazendo ou não, né?
Olha só... que bonitinho... olha o dedo engatilhado, preparado para disparar.


Esse brinco discretíssimo cor-de-rosa é da assistente. 
Filhotinho, querido, te amo de montão... você veio fechar com chave de ouro a família humana daqui de casa (tem os bichos, esqueceram?) e que mais uma mãe pode querer? Somente que vocês sejam felizes. Ainda bem que você veio pra gente! :)

25 de Dezembro de 2.010

16 dezembro, 2010

Propaganda enganosa.


Era uma vez... uma cãzinha. Branquinha, fofinha, pequenininha, lindinha. Todos a amavam e achavam que era um algodãozinho doce de quatro patas; entretanto, o que todos viam era somente a sua beleza exterior... por dentro, era habitado por um ser muito irritante.
De quem estou falando? Ora... da Pimentinha; que, aliás, a partir de hoje, foi promovida a "Monicão" : baixinha, dentuça e chata.
Quem é ela? (Não acredito que vocês não conheçam) É uma poodle! Acho que agora fui clara, né?
Pois outro dia fui visitar minha sogra e lá estava ela... pra variar, latindo e fungando. Nem liguei, ela é assim mesmo... e conversa vai, conversa vem... e toca que esse animal  não parava de latir... como tem fôlego, mama mia. O que realmente aconteceu, eu não sei... deve estar gravado em meu inconsciente... sei que ela não parava de latir (pra variar) e, como sou praticamente uma encantadora de cães depois que já vi umas 3 temporadas (mentira!) do César Milan e mais o adestramento da Ana Milan (mentira de novo, nós é que batizamos ela assim... tá bom... EU batizei ela assim) achei que eu já seria uma expert no assunto. Que fiz eu? O mesmo que eles fariam: dei a mão pra animalesca cheirar. Mas vocês não podem acreditar o que aquela @##*%@++=# fez: ELA ME MORDEU!!!
Por sorte eu (que sou burra mas nem um pouco boba) dei as costas da mão pra ela cheirar e ela não conseguiu arrancar sangue: deixou só um 'roxo'. Tá... foi pequeno mas ficou dolorido. Por sorte ela estava no colo da sogra. Falo sorte pra ela... senão eu estaria rolando no chão com aquele chaverinho de pelo branco fedido (não é só bronca, não... ela precisava mesmo de um banho)... mas eu me vinguei... hihihi... aproveitei o colo e a distração da bicha e taquei um cutucão na barriga dela que deve ter doído na alma... ela quase botou os bofes e os olhos pra fora das órbitas... latiu com tanta raiva por não me acertar de novo, que eu achei que ela ia virar do avesso.
"Ai, Carminha... não põe mais a mão pra ela cheirar, não" , disse-me sua dona, quando soube do aciDENTE.
"Ah, não se preocupa... NUNCA MAIS chego perto dela... aliás, é melhor ela não chegar mais perto de mim também, senão ela vai parar no telhado."
Respira, Carminha... e bem nesse dia que eu estava praticando a tolerância máxima com todos os seres. Acho que vou começar com a mínima, da próxima vez.

16 de Dezembro de 2.010

Chiqueza pouca é bobagem....


Nada como ser tratada como rainha... ainda mais estando no Reino Unido. (Fala sério, pelo cara dela... sei lá)
Então... em homenagem à minha amiga Larissa, que está lá naquele mundo gelado e de gente estranha, aqui vão algumas preciosidades (que eu não sei se são verdades ou não), pra não dizer que é pegação no pé...

5 Coisas Sobre a Inglaterra que Você não Sabia... ou não deveria saber, porque não faz o menor sentido:

1- Os povos das montanhas da Inglaterra comemoram a páscoa subindo no alto da montanha para ver o Sol e, no dia seguinte, fazem deslizar ovos coloridos que rodam alegremente pelas ladeiras e se perdem na mata.

Será que eles ficam o dia inteiro vendo o Sol e esperam que o outro dia comece pra jogar os ovos montanha abaixo??? Não faz sentido... acho que, se eles forem um pouquinho espertos, devem subir pra ver a Lua.

2-  Nas escadas rolantes, você deve permanecer sempre na direita, para quem estiver com pressa passar correndo pela esquerda.

Ah, tá... essa foi engraçadinha até.

3- Nos banheiros não existem interruptores de luz. Os ingleses acham que eletricidade + água não combinam. Por isso, a luz deve ser ligada através de uma corda ou do lado de fora do banheiro.

... Barbaridade, tchê... falam como se fosse coisa de outro mundo. Tem até um construtor aqui que queria inovar: pra se chegar ao sanitário, ele queria que se passasse pelo box do chuveiro... afinal, o vaso devia ficar bem escondidinho. kkkkkkk. E isso é verídico!

4- Inglês janta por volta das 19h e é a única refeição do dia. O resto é lanche.

Eu já tive essa fase também... que saudades.

5- Você não sabe dizer "Peter Piper picked a peck of pickled peppers. Did Peter Piper pick a peck of pickled peppers? If Peter Piper picked a peck of pickled peppers, where's the peck of pickled peppers Peter Piper picked?"

Exatamente... nem eu!

16 de Dezembro de 2.010

15 dezembro, 2010

Outro caçapete faminto em casa.


Sim, sim... adivinhem: Desta vez o Papai Noel se adiantou e nos deixou emprestadada a Natu, ou Natureza... a amiguinha inseparável (só quando elas se encontram, claro!) da Manuelita... na verdade, ele, o Papai Noel, devia ser chamado de Mamãe Noela... e é a minha cumadi Elisa.
Sim, DUAS tartarugas. Que alegria. Sempre digo que eu nunca imaginei que tartaruga fosse tão legal.
A MAnU é menor e a NAtU, mais amarelada... perceberam? Sem querer as duas tem A e U nas mesmas sílabas. Quando me refiro às duas, às vezes falo "as AUs"
Faz tempo que ela já está conosco (Elisa, perdão... não escrevi antes porque estávamos sem micro aqui em casa. Snif, e no trabalho, meu marido-feitor-lerê-lerê não deixa eu escrever no blog), acho que ela veio dia 24 de Outubro e foi a maior tensão quando colocamos as duas juntas. Elas se encontraram na sala (pra desespero do meu marido-feitor-lerê-lerê que não as quer dentro de casa). Começaram se olhando... a Manu, menor, ficou intimidada e parecia paralisada. A outra, uma desinibida, já veio tentando entender o que era aquele ser que tanto se parecia com ela ou com um capacete... só que, diferentemente dela, era um capacete parado.

[O Marcos, meu irmão, quando pequeno, só falava caçapete ao invés de capacete... ai, que coisa... e falava posótolo, pra depósito... tudo bem... admito: que comentário mais sem propósito, né? Mas relembrar é viver.] Ui... volta, Carminha...

Bom, ela começou primeiro pelo casco da outra... conforme ia chegando no pescoço, a Manu ia se virando (eu acho que a Natu pensou que aquele ser era beeeem grande, porque ela andava, andava e nunca chegava na cabeça!!!). Tensão no ar... e se elas se estranhassem?... e se uma mordesse a outra? Resposta: Por sorte tem uma veterinária no shopping que sempre me socorre.
Elas estavam acanhadinhas, surpresas... mas foram se conhecendo, conhecendo até que o mais inesperado aconteceu: elas ficaram frente a frente, e aí uma encostou o narizinho na outra. Que meigo!
Nesse pequeno meio tempo, acontecia outro evento lá em casa, já que todos tínhamos parado só pra ver o encontro das duas: todo mundo calminho, olhando... e eu me descabelando, quase pulando no meio delas pra separá-las de uma briga iminente. Imaginei gargantas degoladas e a sala marcada pela gosma vermelho-esverdeado que deve ser o sangue delas, pensei que a qualquer momento uma puxaria uma espada de dentro do casco e, enquanto ia comendo uma pizza, ia se identificando como uma das 4 tartarugas-ninjas-do-mal. Um horror! Por sorte, foi só um pequeno surto... nada que um  "... calma, muié... num vai acontecer nada, não. Menos, tá?" não desse jeito em mim.

Eis o encontro:







Por outro lado, lembro do meu cumpadi dizendo o quanto a Natu gostava de comer salsicha (!!!)... que fizemos, então? Demos kani (que é peixinho) porque somos chiques e deixamos as salsichas pra festinha de aniversário do Vítor (ai, que essa é outra história. Aff).
Elas A-MA-RAM-I-DO-LA-TRA-RAM-SAL-VE-SAL-VE!!! Mas descobrimos uma coisa: tartaruga não vê a cor branca. Enquanto o Lemão dava a parte vermelhinha, era uma beleza; mas quando ele resolveu dar a branca, elas só encontraram foi o dedo dele e não se fizeram por rogadas: morderam mesmo. kkkkkkkk
A Natu foi a primeira e não queria largar o dedo dele, não... o Lemão sacudia o dedo e a cabeça dela; e eu, sem saber se ficava só olhando e rindo, por dentro, ou se continuava gritando, também por dentro, pra ela largar (tartaruga escuta? Eu acho que não!)... meus filhos? Estavam quietinhos. Mais barulho pra quê, né?... se tivesse arrancado um pedaço poderíamos dizer que ela comeu meu marido-limão... (maridum... a idéia do limão foi do Bibi que está aqui do meu lado).
Na sequência foi a vez da Manu... só que ela é mais delicada e soltou logo. Meu marido??? Pois é... vai saber... vai ver que gostou da selvageria das duas, né? Nem bem foi fisgado por uma e já deu o dedo pra outra... ainda bem que eram só tartarugas e não jacarés.
E isso não é tudo... a Manu sempre foi bem caipirona mesmo... adora a natureza, a liberdade... é do campo! Tem dias que a gente tem que procurar pra valer (principalmente quando a grama está abduzindo até a Star, de tão alta) e aí "Cadê a D. Manu?". Com certeza fincada embaixo de algum matinho. Por outro lado, a D. Natu é o oposto. A primeira vez que colocamos a bichinha sobre a grama, parecia que dava cosquinha nela e, se a gente prestasse atenção, ia escutar ela reclamando assim, bem baixinho: "Ai, credo... que é esse negócio aqui que vai sugando minhas perninhas?" e... olhando com muito carinho, qualquer um ia ver a bichinha em duas patas, com as mãozinhas suspendendo o casco que nem um vestidinho longo e fugindo daquele emaranhado verde, na pontinha dos dedos. Um ser cosmopolita, sem sombra de dúvida; aliás, ela ama dormir encostadinha no sofá... adora gente, conversas e cheirar chulé (é, sim... ela vem vindo, vem vindo, até que encosta no teu dedão... no começo dava um desespero... mas ela nunca mordeu... o dedão, pelo menos) :)

15 de Dezembro de 2.010

11 dezembro, 2010

Uma Cinderela Brasileira ...


Era uma vez, uma Cinderela muito sortuda, porque não tinha madrasta e nem a Griselda e a Anastácia como irmãs... seu mundo era cor-de-rosa.
Eis que um dia, ela conhece um super herói: o Homem-aranha. Namoraram, noivaram e casaram; e foram morar nos Andes... ele precisava das alturas para alçar voo... e lá foi ela com seu amado.
Tá certo que ela quase perdeu seu sapatinho numa reunião com a Imperatriz, mas ela o recuperou rapidinho ... esse negócio de deixar pro príncipe é coisa do passado.
Mas os prédios de Gothan Kito já estavam todos marcados com suas teias... então foram procurar outras montanhas: Os Alpes.
Só que os vilões, em euros, devem ter rogado alguma praga (e eles nem passaram pela República Tcheca, eu acho) pois ela quase virou uma Gata Borralheira... lavando, cozinhando e juntando as meias teias do marido pelo chão. Felizmente, princesa que se preze, arruma logo uma ajudante... e ela não é fraca, não... arrumou uma filipina (ou seria tailandesa?) e que ainda se comunica com ela em inglês!!!
Essa minha cunhada é mesmo muito chique, né?  :)

Manu, queríamos que soubesse que foi muito bom que você tenha entrado pra família. Todos nós gostamos muito de você e te admiramos por tudo que faz.
Só podemos desejar que você continue sendo feliz, tenha muita saúde e sucesso na sua vida.

Parabéns, Lindinha ... e tudo de bom  :)

Beijos de todos os da família dos pé vermeio daqui.

11 de Dezembro de 2.010