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14 outubro, 2010

O dia Seguinte...


Todos os dias, de noite (então são todas as noites, caro leitor), eu levanto pra cuidar dos meus fios... isso já há 14 anos. Vou cubro, ou descubro, troco a camiseta molhada de suor... essas coisas que toda mãe faz. BUT (sempre existe um BUT) nessa noite sequencial aos passeios de cavalo, quando eu tentei levantar da cama... simplesmente não consegui. Foi muito maior que eu... e naquela hora, de madrugada, lembrei o porquê do Gustavo querendo me dar a Frida com a sua montaria mais macia. Da mesma forma que eu vi o Tico pulando em cima daquela cela feito pipoca; acho que ele me viu da mesma forma... e eu achando que estava arrasando... Jisuis, se eu tivesse ido com o Escravo nos dois passeios, acho que eu estava mortinha agora.
Quando o dia clareou, nem me atrevi a me mexer, mas os filhos foram chegando... de olhos meio fechados, reclamando de dor pra tudo que é lado e dizendo que, do jeito que deitaram pra dormir, acordaram. Acredito... eu estava igualzinha :)
Bom vamos tomar café e fazer mais o quê? Andar de cavalo, claro. (Ui)
Pensa bem, Carminha: se até os cavalos já sairam nos dentes ontem... hoje não poderia piorar. Né? Ê, dúvida cruel... melhor não pensar nisso.
Toca a subir todo mundo naquelas máquinas de quebra-ossos-geral. Hoje fomos  um grupo maior: um casal veio junto. As crianças, tentando serem agradáveis, contaram toda a nossa estadia lá: a recepção caliente dos cachorros, os passeios do dia anterior, a mamãe-gambá e o filhinho... assassinado por um carro branco quando 'alguém' estava chegando nos chalés depois do nosso. Nessa hora, a mulher ohou pro marido e quase chorou. Provavelmente pensando em como eles limpariam o que sobrou da cabeça do bichinho no penu do carro deles.
Quanto às surpresas... parece que a emoção maior ficou guardada para o último dia.
Logo na saída, na primeira curva um pouco antes da porteira, o cavalo do Bi (que estava na frente, oboviamente) se assustou e ameaçou correr pra trás, empurrando o cavalo do marido-motorista-do-carro-branco, que quis empurrar o meu... ou seja: quase se instaurou o verdadeiro caos. Eu pisei no freio do meu que não teve outra opção que barrar os outros dois. ERA UMA CASCAVEL!!!
Eu não acredito! Deixei meus fios ficarem andando quase de madrugada, lá pelas 6 horas da manhã, procurando vaca pra ordenhar (e eles não acharam nenhuma... como isso pode acontecer???) E TINHA UMA CASCAVEL-JARARACA SOLTA POR AÍ!!?
[Tapa na cara... não surta, não, muié... volta] Cataplaft_Olha a Maria da Penha aí, gente.
[Tudo bem... obrigada... já estou melhor... mas só por fora... por dentro fiquei tremendo mais que gelatina no pratinho da D. Giovanna - já falei da minha professora de piano, né?]
Lá foi o Gustavo matar a cobra morta.
Sim, ela estava morta, provavelmente atropelada por algum carro noturno (estou começando a desconfiar daquele marido dela). Ficamos pasmos enquanto ele atirava um pedaço de paralelepípedo na cabeça dela que, aliás, eu acho que ele não acertou (Acho que ele não é muito fã em ficar matando cobra por aí... tudo bem... nem eu), de tudo o que eu percebi é que o Bi não é nada bobinho, não. O bichinho agarrou a rédea de verdade... coisa que parecia um fiozinho supérfulo na mão dele, e o que muito me preocupava. Fiquei feliz e agoniada ao mesmo tempo.
Quando começamos de novo o passeio, o Escravo queria sair voando... acho que o movimento involuntário dos meus joelhos batendo na barriga dele fez ele achar que era o acelerador. Eita... mas você é cavalo ou burro? Estava só tirintando um pouquinho ainda.
Bom, andamos, andamos, tudo no verdadeiro caos de sempre: os cavalos querendo pastar, o Escravo querendo mostrar que quem mandava ali era ele e que hoje tudo seria diferente, a Cacá resmungando do vento e um moleque querendo passar a frente do outro e botando a culpa nos animais de 4 patas, e agora com um agravante: o marido-motorista também entrou na disputa pela liderança. Afff.
A paisagem é linda e, por causa do friozinhozão, não fomos na cachoeira. Eu continuava com a minha retórica de "Mais devagar", "Olha a árvore", etc, quando, não mais que de repente, escutei um barulhão: o cavalo da moça me deu um coice!!! Virei pro Gustavo e perguntei se os cavalos são rancorosos e guardam mágoas... tipo, ontem um mordeu o outro, hoje foi o coice... eu já podia vislumbrar que não chegaríamos inteiros. Podia até ver as manchetes: Rebelião dos Animais da Fazenda acaba com dois animais mordidos, uma pata infincada no pescoço do terceiro e outros dois equinos sairam numa disputa de braço mesmo.
Foi aí que deu um faniquito no marido-motorista: "Preciso parar, porque eu preciso parar... quero descer..."
Quando eu vi a mulher dele 'um pouco' apavorada (devo até dizer que eu também fiquei preocupada), disse: "Ah, não se preocupa... ele deve estar enjoado... daqui a pouco ele melhora, você vai ver"
Ela: "Amor, você está bem?"
Ele: "Estou... vou fazer xixi"
Eu: (?) Estou achando que esse cara está me irritando.
No final, eu só pensava no Gustavo, meu amigo massagista (que saudades dele... acho que amanhã nem levanto da cama de tão moída que eu vou ficar), e na minha cabelereira, porque a franjinha que ela fez entrava no olho o trajeto todo.
Quando chegamos, fui contar tudo pro Lemão... mas percebi que ele estava um pouquinho agitado. Quando perguntei o porquê, ele disse: "Eu estava sem fazer nada, então fui praticar yoga. Depois dos exercícios, deitei na grama pra relaxar um pouquinho. Aí eu estava escutando a natureza: os passarinhos, as vacas ao longe... de repente, o barulho da vaca foi aumentando, aumentando... ela tinha fugido do cercado e saiu correndo... passou praticamente do meu lado"
Pois, é, marido... melhor voltar logo pra casa, né?


Bi no canil, fazendo visitinha







Os amigos dos meus filhos



Nosso chalé e as ruínas de onde se moía o café


Vista do chalé para o terreiro de café (no alto)


 Vista do terreiro pros chalés


Vista do terreiro pra capela e casa da sede


Vista da lateral da casa da sede


Vista da janela do meu banheiro  :)


Foto do pão de queijo que o Bi a-mo-u (por ser grande, claro)

14 de Outubro de 2.010

13 outubro, 2010

Logo vi que não seria nada fácil.


Na verdade, a entradinha da rua de terra da fazenda ficava meio escondida (Mor... pra nunca mais esquecer: km 30),e gerou um certo stress. Calma, Maridum... só porque está escurecendo... só porque a poeira está entrando nos alvéolos pulmonares... só porque as crianças estão atacadas no banco de trás... só porque a gente pode parar em Osasco (toda vez que ele se perde, ele acaba parando lá)... só porque estou escutando corujas... só porque uma tarântula pode cair de um galho retorcido??? Aiiiiii... tá bom... tô ficando com medo. [pausa]
Chegamos [Aleluia]
Quem nos recebe? Um monte de cachorros ferozes, babando morte.
'Menos, né, Carminha?' Meu marido se dignou a dizer... tá bom... eu estava um pouco assustada. Passou. Eram somente 5 cachorros enormes, tipo pastor alemão e labradores, e 1 pequeno (que, aliás, era o que mais latia).
Meus filhos? Nem deu tempo de dizer pra não pôr a mão neles... eles desceram correndo e abraçaram um por um. Ai, coração de mãe é forte. Dali a pouco não se viam nem os cães, nem os filhos. Bom... fomos pro chalé. As refeições eram sempre na casa da sede, numa mesa grande, jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte, a surpresa: tinha uma gambá-mamãe morta e um filhinho vivo perto dela. Eu sabia que aqueles cães eram do mal. A dona achou ótimo porque aquelas pestes ficavam andando no foro da casa dela. (?) Credo... sem coração. Meus fios tiraram fotos de tudo que foi ângulo do presunto, mas vou poupá-los da cena. Na verdade eles estavam muito preocupados com o filhinho-gambá. Eu estava vendo a hora deles me pedirem pra trazer o mal cheiroso pra casa pra virar da família... bom... lá em casa já tenho dois cascões mesmo... um a mais, um a menos... mas a preparação do meu discurso de NÃO DE JEITO NENHUM não precisou chegar ao fim: um casal que chegou de carro passou por cima da cabeça dele. Cruel... mas dei graças a Deus... o bichinho não ia sobreviver sem a mãe, era ainda muito pequenininho.
Antes do almoço, teve o passeio a cavalo. Daí chegou uma excursão que veio pro almoço. A sobrinha da dona falou: "Quem quiser fazer o passeio a cavalo, por favor, deem o seus nomes aqui". Quem foram? Só meus filhos. Aí veio o dilema: deixo eles sozinhos com o Gustavo ou vou junto? (Maridum reclamou da rampa assassina, dos ossos da padaria dele e dos solavancos do passeio anterior). [Pensa, pensa, pensa... ]Quer saber? Também vou... não tive coragem de deixá-los sozinhos.
No mínimo ia ser mais uma pra dar trabalho pro Gustavo.
Dessa vez peguei a Frida, uma éguona branca. "Ela tem personalidade, disse o monitor, mas você pode controlá-la. Além do mais, a montaria dela é mais macia". Mais macia? Tá achando o quê, hein? Sou machona. A Cacá pegou o Escravo, tadinha; o Bi, o Zorro; e o Tico ficou mesmo com o Anel. Ele até queria experimentar outro cavalo, mas time que está ganhando, melhor não mexer, né?
Percebi que eles (cavalos e filhos) estavam agitados (ou seria eu?). Começamos o passeio na santa paz. De repente, uma disputa entre filhos pra ver quem andaria na frente (Eita, Deus.) Soltei meia dúzia de palavras, que durou uns vinte minutos de obediência. Aí, começava tudo de novo. O cavalo da Cacá era muito forte pra ela. O Bi dizia que era o Zorro que não queria ficar pra trás, o Tico dizia o mesmo do dele. Acho que este clima de competição passou pros animais, e o cavalo do Nº 3 MORDEU o do Bi. [Pasma]. O bicho abriu a boca e mordeu. A louca aqui abriu a boca e gritou: ELES ESTÃO COM FOME... VAMOS PARAR!. Tá bom, é mentira... eu abri a boca e não gritei, só falei com entusiasmo que eles estavam se matando. Gustavo deu um jeito. (O jeito: empurrou a cabeçona com o pé e disse pra um ficar longe do outro). Bom, eu tenho um jeito também [como dizer???] um tanto quanto repetitivo de ser. Eu acho que redundância gera informação, então (como toda boa mãe que se preze) falo dez milhões de vezes a mesma coisa; e do "Vai devagar aí na frente", "Abaixa a cabeça... olha a árvore", juntou-se um "Fica longe vocês dois" Afff. A natureza perdoa todas as mães, né?
Pra ajudar, o Gustavo fez uma trilha do cão: passamos perto de touros, ao lado de cercas com arame farpados e os animais de 4 patas (isso foi um xingamento) nada de querer andar fora da trilha que beirava as pontinhas pontiagudas. Eu pensava: Ai, Jisuis, se um deles encosta e se fura, danou-se. Aí passamos pela ribanceira dos urubus, o cemitério, lembra?... e, pra ter ribanceira, precisa de um caminho que faça seu perímetro, né? Pois, é. Passamos por ele também. Tivemos que subir morro, depois descer (era gostoso, mas dava um medinho), passar por baixo de uma mangueira (eu não sabia, mas cavalo gosta de comer manga... por aí, você já vai vendo o tamanho da emoção)... de repente, eles começaram a andar mais rapidinho: estávamos perto de casa. Nessa hora, meu conselho é: Esquece. Eles ficam com pressa mesmo, nem adianta brecar. Pra ajudar tinha um ônibus ligado no meio do caminho... só pra finalizar a minha adrenalina. "Passem longe do ônibus pra eles não se assustarem." Ah, tá!
O jeito é deixar os grandões descansarem e a gente também... eu estava moída.


Na concentração, preparando os ânimos





Tropa organizada (gorda é a vovozinha!)



No fim, só forrando o estômago mesmo porque ele (o estômago) era a única parte do corpo que ainda dava pra fazer alguma coisa
Por nada, não... mas olha só a cara do povo: Cacá descabelada, filhos e mãe se apoiando uns nos outros só pra escorar. Mama mia... que fim de carreira!


pra terminar, uma foto artística do papai.

13 de Outubro de 2.010

... não se esconde, não, cavalinho.



Não sei onde eu errei. Snif. Desde pequenininha eu fazia questão de dar festinha pras crianças... não estava nem aí se não tinha dinheiro: a festinha era sagrada... e não adiantava vir com roupa, não... queria que ganhassem brinquedo. É o que criança gosta, né? Pois é... mas este ano o que minha filhota quis? Passear na fazenda e andar a cavalo... nem sequer um bolinho pra inglês ver.
Nós já fizemos esse passeio outras vezes, principalmente quando eram menorzinhos e sempre andamos a cavalo. No começo era um filho junto com o Lemão e o outro comigo... depois que veio o Tico, os outros já andavam cada um no seu cavalo (malemal, mas iam).
Devo dizer que eu sempre mentia pra eles (Ai o que uma mãe não faz pelos rebentos) eu dizia que eram bonzinhos e que eles não precisavam ter medo, mas eu mesmo ia bambeando as pernas. E não é que desta vez eu curti de verdade o passeio? Virei uma verdadeira amazonas.

Primeiro atividade do dia: passeio a cavalo.
Fomos todos, e o Tico estava morrendo de medo. Também, coitadinho... um dia, no clube, um alazão assassino (mais conhecido por pônei assassino) derrubou o meu bichinho da garupa. Aliás, tenho dispensado um terço interinho com ele: outro dia, num acampamento da escola, ele não caiu do beliche??? Quando ele contou, já na volta, claro (senão eu ia lá, em Brotas, ver se ele estava bem... nenhuma fratura, sei lá), ele tentou ser engraçado e disse que até riu junto com os amiguinhos, mas eu não consegui rir, não... meus ohos esbugalhados me denunciou... depois disso ele já me disse que nunca mais quer dormir na parte de cima do beliche. Entenderam? O mesmo sentimento de 'nunca mais' ele tinha com o cavalo, mas o que ninguém sabia era que, entre ele e o cavalo, existia o Gustavo (que não é o nosso amigo acupunturista.... se bem que ele fez muita falta no final do dia): Ele é o monitor das cavalgadas, e tem tanto jeito... ele é tão calminho... que depois da terceira curva, o Tico já pilotava o bichão sozinho.
Interessante como cada cavalo, apesar de ser uma máquina de carne que anda, tem também sua personalidade.
O meu, o Escravo, nome sugestivo porém nada verdadeiro, era enoooorme. O maior de todos e me senti toda-poderosa... nas fotos nem parece. Será que era porque eu estava em cima dele? Bom... ele era forte pra dedéu e sempre queria comer cana, matinho, qualquer coisa verde... menos café (eles evitam a cafeína, com certeza um cavalo com insônia deve ser muito chato). O Gustavo alertava para que não deixássemos... ele deu uma pequena aula de pilotagem: acelerar, virar pra direita, esquerda, e parar (no meu ponto de vista o mais importante); então o que a gente tinha que fazer era antever o gesto dele, e puxar o cabeção pro lado  oposto. Eu fazia, mas teve uma vez que ele deu uma puxada, tipo "Agora você não vai me segurar, não... vou comer matinho", que o meu ombro quase deslocou do resto de mim... mas devo dizer que eu a-do-re-i o passeio.
O Tico foi com o Anel... claro que esse aí comeu mais que passeou, mas o Tiquinho adorou o cavalo. Ele estava indo tão bem que de vez em quando, nós até trotamos um pouquinho... teve até uma hora que eu quase cai do cavalo, literalmente, de tanto rir dele: o bichinho parecia io-io em cima daquele monstro: enquanto o cavalo estava na descendente, o Tico ia subindo e quando este descia, o outro subia... imagina o impacto. kkkkkkkk (ainda bem que a única que escreve aqui sou eu... assim ninguém pode falar do meu magnífico desempenho).
O Bibi era um verdadeiro animal em cima do seu Relógio. Lembrava deste: ele já carregava a gente a uns oito anos atrás e lembrava também que ele já comia pra caramba. Continua tudo igual. Eu não sabia se ficava alegre de ver a desenvoltura do meu filho pilotando, ou se ficava com dó do cavalo: o infeliz não podia para um minuto... era só subir na cela que o Bi não dava descanso... bom, só quando ele resolvia comer, aí o Bi não tinha poder nenhum.
A Cacá parece que sempre teve um cavalo no quintal. Graciosa, delicada... qualquer um parecia muito grande pra ela. Talvez por isso que ela não conseguia controlar tanto quando o danado ficava com fome. (Não quero falar nada, não... mas acho que vou chamar os protetores dos animais... eles devem deixá-los sem comer o inverno inteiro! Afff). Visitamos até as vacas e touros no final desse passeio... e os nossos amigos de 4 patas foram roubar o filé mignon vegetariano: cana moída... pensa bem... depois de comer tanta mato e cana in natura (que deve cortar a língua deles também) pelo caminho, nada melhor que fechar o dia com uma trituradinha, né? O Zorro foi o dela. Ela queria por tudo desse mundo andar numa tal de Fofinha, que era a égua nostálgica da infância (?) dela mas acho que essa égua é de outro hotel fazenda, porque a única que tinha lá, mais parecida com essa, era a Trancinha... que a Cacá muito gentilmente deixou de montá-la por estar muito velhinha... preferiu que ela ficasse pastando até encontrar a luz do outro lado do túnel (seus besterentos... não é do frigorífico, não, viu?). Eita. Por sinal, numa das nossas andanças, vimos o cemitério dos cavalos e vacas: uma ribanceira onde os urubus faziam a festa sobre as carcaças. Ficamos desolados... bateu um clima de velório em todo mundo.
O meu amor montou o Malhado. Eles ficaram o passeio todo brigando. Parece que esse cavalo gosta de liderar o grupo... e o Lemão, o Gustavo e eu ficávamos atrás de todo mundo; tenho um lema que aplico sempre, seja no shopping, na calçada ou em cima de um cavalo: filho foi feito pra andar na frente!
Foi uma grande aventura... e só deu vontade de mais. Quer ver?



Ficando amigos


Desconfiado, né?

  
  
Últimos retoques

  
Praticamente um cavalariço igual ao irmão. rs



Aiôô, Silver


Comendo, né?



  
Visitando as vacas... e comendo de novo!!!
PS - se alguém falar da minha barrigutcha, morre!



Agora é nossa vez   :)
Vamos forrar o estômago, gente.
Depois de chegarmos mortinhos da silva, a molecada caiu na piscina e o meu marido na cerveja (kkkk), descansamos e fomos fazer o quê mais? Andar a cavalo, oras.

13 de Outubro de 2.010