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04 novembro, 2009

Meu marido Oscarito \o/


Pronto, maridum... tomei coragem.

Lembra aquela surpresa que eu disse que ia te mostrar e que você não podia brigar comigo, nem dizer que não gostava e achar tudo lindo e maravilhoso? Pois é... tá aqui: É ESSE BLOG! (ai, meu Deus... cara de paisagem aqui).

[pausa]

Ai, Jesuis... meu primeiro comentário (no ditado árabe besta abaixo). Sei lá quem A-DO-RO-U a foto (que não é minha porque eu encontrei no google), mas não disse nada acerca da "profundidade" do escrito (nem dá pra chamar de texto). Por que será, né?

[volta, anta, momento inoportuno pra isso]

Pois é, Morrrr. Eu te perdôo de ter deletado TODAS as minhas mensagens do coração que eu guardava no celular e que você apagou sem pedir ordem (só porque o meu digníssimo aparelho não parava de apitar), te perdôo também por ter me esquecido pra fora de casa no começo de casados (lembra da rua Capivari? Eu não esqueci, não), te perdôo por dormir feito um X na cama (e me deixar só com 30 cm de colchão), te perdôo pelo raio do ar-condicionado do carro no número 4, senão pode-se morrer de calor (meu irmão pensa igual), e também pelas toalhas e roupas penduradas nas portas dos armários (calma, Carminha, calma, isso era na outra casa)...

Por outro lado você sempre matou as baratas pra mim (quando eu gritava chamava gentilmente: LEMÃÃÃOOOOooooo, você dizia que já sabia o que era porque meu tom de voz era inigualável). Lembro o dia que você cruzou a cidade, de noite, pra exterminar com uma... depois voltou pro trabalho.rs Todos os momentos difíceis que a gente viveu e superamos juntos... sempre nós dois...  As crianças pequenas, a época de São Paulo, Descalvado, a falta de grana... mas a gente tava lá, né? E você, muito sabiamente dizia: "Quando a coisa já está na merda, não adianta chorar, senão só piora" (??!??) Tá certo que, às vezes, você mesmo esquecia do que dizia... ninguém é perfeito. Existia aquelas difamadas horas que eu tinha vontade de te estrangular discutir a relação com você, mas sempre me controlei (! rsrs) ... Paciência, como disse D. Arnaldo no nosso casório. Se bem que o melhor conselho que eu já ouvi foi esse: "Se você fizer o outro feliz, ele vai ficar tão feliz, mas tão feliz, que vai querer te ver feliz também; aí ele vai te deixar feliz, e você vai querer retribuir..." Nossa vida tem sido assim, né?

Não me canso de dizer que, se hoje temos nossa casa, nossa empresa produtiva e crescendo, é mais por sua causa que por minha (foi sempre você que deu a cara pra bater: não adianta ter competência... a parte comercial, muitas vezes, conta muito mais. Vide tanta gente boa no mercado que não vai pra frente!).

Por tudo isso e muito mais que eu quero dizer o quão importante você é na minha vida: já não consigo, e nem quero, ficar mais longe de você.

Eu te amo muitão de bastantão.

Beijo.

04 de Novembro de 2.009

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