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13 setembro, 2011

Sem Comentários...


Pois é, Dona Mont... nem eu consegui colocar comentários com a conta do google.
O blog é do google... minha conta de acesso também... não consigo postar comentários como qualquer pessoa deveria poder fazer... e minha paciência está se esvaindo.
Em contrapartida, lembrei (e não sei nem porquê) de quando morávamos num outro condomínio, bem aquele quando eu estava grávida do Tiquinho, e de quando compramos dois pintinhos: um pra Cacá e outro pro Bi. Logo no primeiro dia, o Bi (pequenininho) pegou o pintinho e foi levá-lo pra passear no carro vermelho movido a pedaleira... ele não atropelou o bichinho, mas acabou fazendo com que ele fosse dessa pra melhor, quando tentou passá-lo pelo buraquinho do encaixe do encosto. Esse sofreu pouco, tadinho... mas foi muito melhor assim, com certeza.
O outro sobrevivente durou pra caramba... virou um frangote.
Quando já estávamos cansados de tentar educá-lo pra deixar de comer a comida da cachorra (a Dibutuca. Ela fugiu depois, quando morávamos lá na casa da ávore, pelo vão embaixo do portão da garagem) e já que não tínhamos mesmo coragem de botar o dito cujo na panela, ainda que seu fim tenha sido esse mesmo, o Lemão resolveu: ia dar um fim, naquele dia mesmo. Levou o galinho pra portaria, acenou o danado feito a flâmula da batalha dos Cem Anos no portão, e um catador de lixo reciclável falou assim: "Aí, tio... se você me der esse frango, ele vai hoje mesmo pra panela". E aí, ele se foi.
Até pouco tempo atrás, as crianças achavam que ele tinha voado felizinho pelo muro.
Já moramos em várias casas... a da árvore era chamada assim por causa de uma "Sete Copas" que fazia uma sombra invejável (e odiada pela minha ex-velha vizinha véinha... lembra do episódio do bilhete na época da mudança pra casa nova? Pois é... a própria. E a árvore ainda está lá... firme e forte, só que com um agravante, pra ela: Eu varria a rua inteira, quando a criadora de passarinhos soltava folhas; esse novo inquilino... homem e sozinho... não tá nem aí com nada... uai, nem tô!).
Moramos também na casa das águas, que foi logo depois da casa das baratas... quando chovia, chovia de verdade: até na sala. Era um tal de puxar água suja da sala, do corredor e de um quartinho. Bom... a das baratas não deve ter muito o que explicar, pelo menos o nome. Foi quando mudamos de cidade achando que a nossa vida ia melhorar, e só não foi pior porque sobrevivemos... o vizinho dessa casa era o lar de um povo que reciclava lixo em casa, catadores. As duas crianças viviam chorando e tossindo no quintal... eu podia vê-las da janela da cozinha, que ficava a uns 12 metros acima (era uma ribança lá embaixo).
Pretendo ter pintinhos de novo... não pra matar e ir pra panela, que eu tenho dó, mas pra dar ovos. Sei lá se vai dar certo, mas o galinheiro já estamos fazendo.
Em suma, Dona Mãe: coloca o depoimento como "anônimo" mesmo e depois assina no final... não esquece, tá? Normalmente anônimo não vem escrito quem é. Dããã.
Inté.

3 comentários:

Anônimo disse...

gostei!!!!!

D.Mont

Anônimo disse...

Uja!!!!!!
consegui
EURECA

Carminha disse...

Caramba, Dona Mãe... você estava mesmo com vontade de comentar, hein? Já foi logo dois de uma vez... hihihi
:)

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